segunda-feira, 29 de novembro de 2010
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 Tinha um guarda-roupa muito velho no meu quarto. Nele eu guardava o oceano, imenso e gelado, à espera de alguém que o quisesse explorar.
Explorar? Como explorar o que se tem medo? Como enfrentar o monstro do passado que mora lá no fundo, sem perder tudo o que se conquistou até aqui?
Foi aí que num estalo, como um raio no céu que não se deixa passar despercebido, ou o arco-íris que depois da tempestade, sempre nos lembra de uma promessa, Tive a brilhante idéia de fazer uma fogueira!
De cabeça no oceano, fiquei surpreso do que vi! Pessoas, lugares, erros e acertos. Orgulho e arrependimento se misturam, pois no fim, são apenas lembranças...
Lembranças de pessoas próximas. De novos amigos que há muito tempo não vejo e de velhos amigos que nunca me deixam esquecê-los. Me lembro de cada um deles com ternura.
Enquanto o fogo queima cartas, vem à minha mente os dias mais felizes que vivi, dias que o fogo, com todo o seu calor, não pode queimar. Ah... Como eu os queria de volta...
Em meio às cinzas, algo me chamou a atenção. Eu não queria que ele estivesse ali, mas ele estava. Eu o coloquei lá, fez parte de páginas da minha vida que eu queria apagar. Ah... Se eu pudesse apagar...
Nesse momento, a vergonha encheu meu coração, tem coisas ali que me perseguem até hoje e até o meu amigo mais íntimo não faz idéia. Afinal, como compartilhar e esperar que alguém entenda, algo que nem eu mesmo entendo? Talvez me ajudassem, talvez tivessem pena. Não sei...
Queria que o fogo levasse tudo isso embora, queria que fosse fácil... Mas não tem mais jeito, nada vai mudar. O tempo não passa para algumas coisas.
Palavras ao vento não voltam atrás, atitudes impensadas causam grande arrependimento, mas em meio a tudo isso sempre existe um sorriso. Só um sorriso me trouxe de volta à realidade.
O oceano estava em chamas, não havia mais o que queimar. Foi aí que percebi, que o oceano não significava nada, Porquê as lembranças, estas, eu não consegui queimar.
Em minhas lembranças existem coisas boas e ruins, orgulho e arrependimento, mas não há espaço para tristeza, porque eu sei que tudo o que eu fiz de bom ou ruim,
contribuiu para formar o que eu sou hoje.Marcadores: Contos do Agarius
postado por Paulinho Bastos @ 7:18 PM
Criando Caminhos (Adagio Inverto)
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
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 Sigo Eu, seguem muitos...
Criando meus caminhos, meus rumos, meus destinos Vou puxando a minha estrada, vou traçando a minha rota Jogando pra calçada as sombras da derrota
(Um passo seguido de outro...)
Vou abrindo meu caminho entre as montanhas e os montes Pouco a pouco vou criando um novo horizonte Convidando andarilhos, passageiros e viajantes
(Muitos passos, seguidos de outros...)
Nessa estrada que carrego, levo um peso inigualável Levo vidas, levo coisas, e um sabor inestimável O sabor que se perde com o tempo e com o vento
(Os passos já diminuem seu ritmo...)
Mas um dia muito em breve, quando eu não mais caminhar Tudo aquilo que chamei, um dia irá se descipar Cada um para um lado, pouco a pouco vão seguindo Carregando outras vidas, criando seus caminhos...
(Enfim... Descanço ás sombras de uma árvore...)Marcadores: Contos do Agarius
postado por Agarius @ 6:49 PM
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
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 Por e-mail.
Em uma certa fazenda havia um pasto, onde viviam dois cavalos.... lá.
De longe, parecem cavalos como os outros cavalos, mas, quando se olha bem, percebe-se que um deles é cego. Contudo, o dono não se desfez dele e arrumou-lhe um amigo - um cavalo mais jovem.
Isso já é de se admirar.
Se você ficar observando, você verá que há um pequeno sino no pescoço do cavalo menor. Assim, o cavalo cego sabe onde está seu companheiro e vai até ele.
Ambos passam os dias comendo e no final do dia o cavalo cego segue o companheiro até o estábulo. E você percebe que o cavalo com o sino está sempre olhando se o outro o acompanha e, às vezes, pára para que o outro possa alcançá-lo. E o cavalo cego guia-se pelo som do sino, confiante que o outro o está levando para o caminho certo.
Como o dono desses dois cavalos, Deus não se desfaz de nós só porque não somos perfeitos, ou porque temos problemas ou desafios. Ele cuida de nós e faz com que outras pessoas venham em nosso auxílio quando precisamos. ..
Algumas vezes somos o cavalo cego guiado pelo som do sino daqueles que Deus coloca em nossas vidas.
Outras vezes, somos o cavalo que guia, ajudando outros a encontrar seu caminho.
E assim são os bons amigos. Você não precisa vê-los, mas eles estão lá.Marcadores: Contos do Agarius
postado por Agarius @ 2:48 PM
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
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 Recebido por e-mail...
Conta uma velha lenda indígena , que certa vez ,Touro Bravo, o mais valente e honrado de todos os jovens guerreiros, e Nuvem Azul, a filha do cacique, resouveram se casar... foram até o mestre da tribo e fizeram lhe um pedido :
- E nos amamos tanto que queremos um feitiço, alguma coisa que nos garanta que poderemos ficar sempre juntos... que nos assegure que estaremos um ao lado do outro até encontrarmos a morte... E o velho emocionado ao vê-los tão jovens, tão apaixonados e tão ansiosos por uma palavra, disse:
- Tem uma coisa a ser feita, mas é uma tarefa muito difícil e sacrificada... Tu, Nuvem Azul, deves escalar o monte ao norte dessa aldeia, deves caçar o falcão mais vigoroso ... E tu, Touro Bravo - deves escalar a montanha do trono, e lá em cima, encontrarás a mais brava de todas as águias, deverás apanhá-la traze-la para mim...
Os jovens no dia estabelecido, à frente da tenda do feiticeiro, os dois esperavam com as respectivas aves...
- E agora o que faremos? - perguntou o jovem
- Apanhem as aves, e amarrem-nas entre si pelas patas com essas fitas de couro... Quando as tiverem amarradas, soltem-nas, para que voem livres... O guerreiro e a jovem fizeram o que lhes foi ordenado, e soltaram os pássaros... A águia e o falcão, tentaram voar mas apenas conseguiram saltar pelo terreno...
Minutos depois, irritadas pela incapacidade do vôo, as aves arremessavam-se entre si, bicando-se até se machucar... E o velho disse: Jamais esqueçam o que estão vendo... E este é o meu conselho. Vocês são como a águia e o falcão... Se estiverem amarrados um ao outro, ainda que por amor, não só viverão arrastando-se, como também, cedo ou tarde, começarão a machucar-se um ao outro...
Se quiserem que o amor entre vocês perdure... "Voem juntos... mas jamais amarrados".Marcadores: Contos do Agarius
postado por Agarius @ 1:41 PM
terça-feira, 15 de setembro de 2009
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De volta aos telhados Velhos abrigos, velhos hábitos De volta para onde tudo começou... Onde começa um, onde tudo se acabou...
Daqui de cima, tudo se pode ver Coisas grandes e pequenas, tudo se pode encolher As dores, o sofrer, os temores, o errar Daqui de cima tudo se encolhe, tudo se pode superar...
Mas daqui de cima nem tudo é bom Falta a grama, falta o mar, Falta os seres, falta o amar Daqui de cima falta o viver...
Daqui de cima falta você, falta Eu... Daqui de cima só se pode ver, e não tocar Daqui de cima se sabe tudo, mas se sente o nada
Daqui de cima, não é tão alto.. Por que daqui de cima só sente baixo... Marcadores: Agariando, Contos do Agarius
postado por Agarius @ 4:37 PM
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
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Acho que de todos os personagens de Video Game que existe no Mundo; Mario (antigo Jumpman), Come-Come (no original, Pacman) e Sonic (o Ouriço) são os mais badalados e populares "serzinhos" cabeçudos e de movimentos limitados que existem e que todos conhecem. Até quem não gosta de Video Game ou que nunca achatou o dedão jogando um, os conhecem. Seja de ouvir falar, de ver em algum anúncio da NET ou de qualquer outro lugar.
Pacman, ou como conhecemos, Come-Come; aquela bolinha sem braços e pernas, apenas mastigando e comendo outras bolinhas sem açucar e fantasmas pegajosos, viveu muito tempo num mundo quadrado e sem vida, e quando resolvia sair, aparecia no mesmo lugar, só que do outro lado. Ele não dá as caras já há muito tempo; talvez resolveu tratar de sua gula e está em um SPA.
Sonic, o apressadinho de cabelo espetado e botas vermelhas, também deu uma trégua na sua longa e ligeira caminhada em lugares com Loopings e Molas. Vivia de "Pega" com Eggman/Robotinic e andava pra cima e pra baixo com o Esquilo Voador de 2 Rabos. Sem contar que ele não podia relar em ninguém, pois perdia seus anéis (suspeito). É provável que o mesmo tenha se cansado dessa rotina acelerada e resolveu ligar o Slow Down, arrumando um emprego na Telefônica; afinal, quer prestação de serviço mais lenta que a deles?
Mas há um cara que nunca desaparece e sempre inventa de sair com uma "nova" história a cada ano: Mario, o Encanador.
Pensa num personagem que já enjôou de tanto jogo que foi lançado com sua atuação:
Mario Power Tennis
Mario Paint
Dr. Mario
Mario Bros.
Mario Bros. 2
Super Mario Rampage
Mario Party 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 (pra economizar espaço)
Mario Striker
Super Mario Land
Super Mario Land 2: 6 Golden Coins
Mario Is Missing!
Marios Is Irritant!
Mario's Time Machine
Mario Bros. 3
Super Mario World
Super Mario World 2 - Yoshi Island
Mario RPG
Super Mario Smash Bros.
Super Mario Kart
Super Mario Kart 64
Super Mario Kart 2
Mario And Wario
Mario And Romario
Mario Atrás do Armário
Mario in the Wonderland
Mario Reloaded
Mario - a Rainha do Deserto
Mario Blue Lake
Mario Vs. Sonic
Mario and Barak Obama Adventures
Mario's Early Years! Fun with Letters
Mario's Early Years! Fun with Numbers
Mario's Early Years! Fun with a Gun Fire
Mario's Early Years! Preschool Fun
Mario's Early Years! Fun With a Hemp
Mario's Early Years! Fun With a Guy in the Jail World
Super Mario All-Stars (compilação de mais um monte de outros jogos do bigodudo)
Mario - Yoshi's Safari
Mario - Yoshi's Safado
Mario Clash
Mario Trash
Mario's Picross
Super Mario RPG: Legend of the Seven Stars
Luigi's Mansion (colocaram o Luigi como protagonista, já que ele nunca tinha um jogo solo... Mas nesse aí, ele tem que salvar o Mario) (?)
Mario Kart: Super Circuit
Super Mario Sunshine (Mario aprende a falar neste jogo. Depois de trocentos anos ele resolve falar. Se já tava ficando chato ele com o bico calado, imaginem tagarelando...)
Mario Golf: Toadstool Tour
Mario Kart: Double Dash!!
Mario & Luigi: Superstar Saga
Paper Mario: The Thousand-Year Door
Mario Pinball Land
Mario Superstar Baseball
Dance Dance Revolution : Mario Mix
Mario Ordinario
Mario & Luigi: Partners in Time
Mario Otario
Mario Hoops 3-on-3
Mario CSI
X-Mario - The Last Game (será?)
Super Mario Galaxy (Agora Mario pertuba o espaço sideral)
Mario Super Sluggers
Mario Super Bloopers
Mario Super Coopers
Super Mario's Wacky Worlds
Mario - in times of Christ
...
Enfim, espere e sempre verá mais um Jogo do Italiano que sempre entra pelo Cano. Mas seus dias estão contados, se depender de Solid Snake; contratado para exterminar o gorduchinho. Uma vez que ele já o tem como primeiro alvo de sua lista. Próximo jogo do Bigode: Kill Mario - Metal Gear Solid Edition.
Mas o Baixinho é tão irritante que seu assassino resolveu eliminá-lo da forma mais fria e Medieval para um matador. Sabe aquele lance noir de apreciar o momento? Coisa de maluco... Mario é descuidado e torna-se um alvo fácil, saltitando serelepe por entre as plataformas flutuantes. Colhendo moedas e comendo Cogumelos. Num vacilo, aproveitando a área deserta de Yoshi's Land, Mario resolve dar uma paradinha para aliviar o ventre por detrás das moitas. Sutilmente, Solid Snake se aproxima tão silencioso quanto peido de menina quando come rabanete. Mario, coitado, interte-se jogando GameBoy Advanced, destraindo-se com o game Zelda - a Link to the Past, assobia o tema de Ken, em Street Fighter Champion Edition e esforça-se para terminar o "trabalho sujo". Snake repugna a cena e aguarda o momento exato para exercer sua função. Mario ergue-se e se limpa sossegadamente, talvez pensando e matutando sua nova aventura; sorrateiramente Snake caminha em direção do Pançudo Encanador, que pressente algo de ruim. Snake executa sua missão, ligeira e silenciosamente. É o fim do Bigodão. Snake acende seu cigarro de origem alemã, e observa a criação da Nintendo definhando e fazendo aqueles barulhinhos eletrônicos. O dinheiro foi depositado na conta de Snake ao 12:45 no Banco Bradesco. Snake até então não sabia de seu contratante, afinal de contas, ele fôra contratado via MSN por um contato chamado GreenMann36, enviando-lhe a missão em Anexo no formato PDF. Ao puxar o estrato, Solid Snake se surpreende com o nome do Depositante. A missão foi ordenada por Luigi.
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postado por Agarius @ 12:23 PM
Passos Sangrentos - PARTE DOIS
sexta-feira, 8 de agosto de 2008
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O dia seguiu chuvoso e gelado, com ventos cortantes e trovoadas ameaçadoras por toda a cidade. Parecia que a tempestade alertava muitas e muitas outras tormentas na vida dos moradores.
Isabella saiu do trabalho e não trocou de roupa; além do frio e da chuva, sua mente estava tão atordoada com o que havia ocorrido pela manhã que mal conseguiu se lembrar de qualquer outra coisa. Na Faculdade não se falava de outro assunto. Os jovens estavam atônitos e eufóricos com tudo o que falavam sobre o assassino. Muitos diziam já te-lo visto rondando suas casas, ou saltando de telhado em telhado, e que ele escolhia suas vítimas através de cultos satânicos. Nada comprovado ainda...
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O Professor havia entregue alguns trabalhos para os alunos fazerem em Duplas. Imediatamente os estudantes já se encontravam com o seu par e pouco a pouco as duplas eram formadas; mas Isabella, pensativa, não se apressou e ficou só, quando deu por si, todas as duplas já estavam prontas.
- Você me entendeu quando disse "Dupla", não é, Isabella? - O Professor indaga, provocando alguns risos nos alunos. - Sim senhor, mas pelo que pode ver, realmente faltou um par para fazer o trabalho comigo, mas não me importo de fazer só. - Não é questão de se importar Isabella, o trabalho é em dupla. - Mas senhor... - Isabella. Se estivesse prestando atenção em minha aula talvez teria encontrado seu par. - Mas professor, se sobrou alguém é porque não dá pra fazer par, ora... se eu tivesse achado um par antes, provavelmente outro aluno ficaria só. Na realidade está faltando alguém... - Tem razão, mas eu fiz as apostilas de acordo com a chamada, e no início da aula estavam todos presentes. Alguém deve ter saído.
Os alunos percorre a sala com os olhos afim de identificarem alguém que não esteja lá, e é neste horário que Augusto entra na sala. Ele percebe que todos olham em sua direção e se dirige a sua mesa.
- Onde estava Rapaz? - O professor questiona. - Desculpe senhor, precisava ir ao banheiro. - Venha, pegue este material e faça o trabalho juntamente com a Isabella.
Augusto arregala os olhos. Ele mal pode acreditar, seu coração dispara e ele não se move. As pessoas começam a caçoar de Isabella e do jovem rapaz, que ainda permanece imóvel.
- Vamos rapaz, o que está esperando? Vai me dizer que não conseguiu fazer tudo que precisava no banheiro?
Mais risos. Augusto lentamente se dirige para pegar as apostilas. Ele pega e vai em direção à Isabella, sentando ao seu lado ele permanece de cabeça baixa, sem lhe dirigir uma única palavra ou olhar.
- Será que posso ficar com minha parte? - Ela pergunta. - Oh claro... me desculpe...
Ele lhe entrega os materiais e ambos começam a estudar, sem dizerem nenhuma palavra um para o outro.
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Aos poucos os alunos foram entregando os trabalhos; Isabella e Augusto não trocaram sequer uma palavra. Augusto muito tímido não teve coragem de dizer nada. Isabella, pensativa e assustada ainda com o que viu também não lhe deu muita bola. Perto de acabarem, o jovem finalmente resolve falar algo para sua parceira.
- Eu sempre quis falar contigo. - ... - É que sempre te achei bonita, mas sou meio desajeitado com as palavras, e não sabia como lhe dizer isso. - Hmm... obrigado Cesar... - Augusto. - Hãh? - Meu nome é Augusto, não Cesar... - Ele corrige dando um curta e quase imperceptível risada ao fim. - Oh sim, então Augusto, podemos terminar ? - Claro, me desculpe...
Enfim todos terminam. Os trabalhos foram entregues e a turma liberada para os últimos minutos que lhe restavam antes do sinal de saída. Augusto não desgrudou de Isabella, e começou novamente um novo assunto.
- Você mora longe não é? - Ele pergunta. - Sim. - É perigoso não é? Eu poderia levar você. - Não precisa Augusto, meu marido me busca, e outra, não seria nada interessante andarmos juntos. - Por que não? Você tem vergonha de mim também? - Não, não é nada disso, é que sou casada ora essa. - Isso não tem nada a ver, isso não impediria você. - o Jovem diz, firmando a voz. - Como assim? O que quer dizer? - Isabella, olhe só como você se veste e anda por aqui, achei que ser casada era apenas para ter estabilidade. - Como é?? - Isabella se altera; erguendo-se. Augusto a olha assutado, e todos na sala são redirecionados à discussão. - Olhe me esculpe... - Desculpa? Olha aqui você seu esquisito! Acho melhor me respeitar e ficar bem longe de mim, imbecil! Pra sua segurança! - Minha segurança? - Isso mesmo! - Já chega! - O Professor interviu. - As crianças podem brigar o quanto quiserem lá fora, se matem se quiserem, mas na minha sala eu exijo respeito e ordem!
Ambos olham assustados, e resolvem se calar e se sentarem. Augusto respirava forte e movia os olhos para todos os lados, como um nervosismo contido, e pouco a pouco foi organizando a repiração e gradualmente se acalmando; até por fim, se manter calmo, a ponto de aparentar que nada havia acontecido.
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No trem, a rotina de sempre; beijos, amassos e palavras de baixo calão. Era sempre os mesmos rostos e as mesmas pessoas nos mesmos lugares. Isabella olha para os lados e percebe que o operário da noite anterior não está presente, mas ela não se importa muito. Está cansada.
Ao chegar sua estação, ela se dirige para a casa da amiga magricela, onde esconde as roupas. Após tocar a campanhia, ela é atendida e entra dentro da casa.
- Por que passou aqui? Você não trocou de roupa. - A amiga pergunta, servindo-lhe um copo com café. - Eu sei, mas é que se o Nando estiver em casa ele pode estranhar eu chegar um pouco mais cedo. De certa forma eu sempre chego no mesmo horário. - Mas ele não está mais conseguindo chegar cedo. - Eu sei, ainda mais com esse assassinato. Disseram que acharam um suspeito, perto do Shopping Novo. - Essa cidade e seus moradores já não são mais os mesmos não é amiga? - É.
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A chuva fina que cai durante a madrugada embalada por uma neblina é como um lençol dançante na noite. Os passos apressados de uma jovem que retornava de uma festa cantam alto nos becos e nas ruas em que ela se aprofunda. Foi quando um vulto atravessando de uma calçada à outra a faz congelar e derrubar seu celular. O Relógio mostra 02:45, a respiração fica ofegante e os olhos tremem na presença de um ser que surge no alto de um muro. A mulher corre para traz e desesperadamente olha para os lados, na busca de um refúgio. Algo vem saltando por cima dos muros e telhados até enfim lançar algo na garganta da jovem. Um calor encandescente surge de um pequeno ferimento na altura dos seios. A jovem sente sua boca encher de saliva a ponto de começar a derramar pelos cantos, seus olhos enchem de lágrimas e suas pernas sentem-se fracas. Mas mesmo assim ela insiste em correr. Uma dor insuportável se inicia em seus tornozelos; a jovem cai com o rosto em cima de alguns pedregulhos, rasgando-lhe a testa. Os gemidos são abafados pela saliva que não para de jorrar de sua boca. Quando ela se vira, nota que seus pés estão há alguns centímetros de distância de seu corpo. Com dificuldade ela ergue a cabeça e consegue enfim visualizar o seu agressor. Vestindo apenas uma beca encapuzada de cor preta, nada pode ser visto em seu rosto, somente uma escuridão sem fim e uma respiração contida, equilibrada e muito educada. Nem parecia que aquele ser havia pulado tantos obstáculos. A jovem chora amargamente porque sabe que trata-se do Assassino. Ele se aproxima dela ergue a mão direita, que estava revestida com uma luva de ferro, com a ponta do dedo direito afiada. Então foi a última coisa que ela viu, após ele perfurar seus olhos.
Continua...Marcadores: Contos do Agarius
postado por Agarius @ 11:38 AM
Passos Sangrentos - PARTE UM
quarta-feira, 30 de julho de 2008
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Você já andou durante a Noite, sozinho nas ruas escuras, e teve a impressão de que alguém ou algo estava te seguindo ou te observando? Terrível né? Nos refreamos para não olhar para trás e apressamos os passos. Se ouvirmos algum barulho próximo é o suficiente para nos gelar o sangue. Com tanta violência nas ruas, essa sensação tem se tornado constante em muitas pessoas; principalmente nas mulheres, que acabam sendo vítimas de estupro em lugares desertos e sem iluminação.
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Isabella retornava da Faculdade às 23:15. A Estação próxima ao Campus era sempre tumultuada de pessoas de vários estilos e temperamentos. Todos estudantes que já com a exaustão estampada nos olhos, se escoravam nas paredes sujas e pichadas do ambiente, aguardando o último Trem que seguiria a longa viagem pelo Centro até o Interior, e se esconderia nas montanhas enevoadas ao Leste da Cidade. Beijos e Abraços Ousados, Celulares e MP5 acompanhavam os jovens eufóricos que enchiam todo o saguão de espera. Isabella com sua Mini-Saia branca e sua blusinha rosa sentava-se na escadaria principal, sempre fuçando em seu Celular, mascando chiclete e mexendo esporadicamente em seus longos cabelos loiros, soltos e brilhantes como seus olhos verdes. Embora estivesse Casada há quase 2 anos, a Jovem de 28 anos ainda arrancava desejos e suspiros secretos dos garotos que estudavam no mesmo prédio. Inocentemente Provocante, era como ela agia. A forma em que ela cruzava as pernas ou mascava o chiclete era o suficiente para deixar Augusto, o Cozinheiro, totalmente perdido em seu olhar. Um rapaz tímido porém muito inteligente, Augusto era motivo de zombaria para os Alunos; nasceu na cidade de Brumado na Bahia, família humilde, viajou com a mãe até São Paulo em busca de oportunidades; a progenitora morreu de AIDS, ingetava droga nas veias e fazia Sexo com os traficantes em troca de mais drogas. Augusto cresceu sendo criado por um açougueiro amigo de sua falecida mãe, que sempre chegava bêbado e o espancava. Quando completou 17 anos fugiu e conseguiu um emprego numa padaria perto da Faculdade. Com 20 anos conseguiu um acordo com a Diretoria da Escola; ele trabalharia na Cozinha durante o período Matutino e Intermediário, e teria um bom desconto nas Mensalidades para poder estudar na hora Noturna. Ele sempre admirou Isabella, mas nunca teve coragem de sequer lhe dirigir um "Oi".
Ela talvez nem percebesse, embora se vestisse como uma garota vulgar, Isabella apenas queria se sentir mais solta. Seu Marido Fernando, é um PM de 37 Anos, Vindo de uma família tradicional, e que pouco ligava para Passeios, Festas ou Tecnologias; Sempre dizia que a Cidade estava um Lixo, e que ele desejava se casar para poder se mudar para sua cidade Natal em Joinville, Santa Catarina. Sonhava com a calmaria de lá e não se conformava com os noticiários da TV que a cada dia mostrava mais e mais violência. Isabella sempre foi muito solta com seus pais, e a natureza fechada e isolada de seu Marido entrava em conflito com a sua, mas ela o amava, e por isso evitava o decepcionar.
Quebrando as inúmeras conversas, o último Trem chega com um barulho estrondoso, trazendo consigo papéis e sacolas que jogadas nos trilhos e nas plataformas voam e dançam no ar da Estação. Dentro, idosos e operários que retornam para seus lares depois de um longo dia de trabalho; mas logo são expremidos pela multidão estudantil que se aglomera nos bancos e corredores estreitos do Transporte.
No meio dáquela aglomeração, os rapazes se aproveitam para se apertarem nas garotas, alguns não dão muita bola, mas os operários da Construção de um novo Shopping no centro da cidade ficam atentos a tudo que acontece ali dentro. Os Jovens não respeitam os mais velhos, e não inibem suas curvas muito menos seus palavriados e carícias. Apenas Isabella, em pé perto da janela se mantém neutra no meio daquela bagunça. Um operário ao lado dela puxa um assunto.
- Juventude Animada né? - Ele diz, sorrindo ao final da frase.
Tímida, ela confirma com a cabeça e continua a mexer no celular, olhando disfarçadamente para o reflexo do homem que se projeta no vidro do Trem. Ela percebe que ele a observa de cima a baixo. Ela se incomoda e se afasta um pouco para a esquerda, inquieta e envergonhada.
- Todos Namorando, onde está o seu? - O homem pergunta. - Sou casada. - Ela profere, dando ênfase no "Casada", na esperança de que ele se sinta reprimido e desista dessa suposta "flertagem".
O homem arregala os olhos supreso, e logo dá um sorriso mais largo, continuando a conversa.
- Poxa tão jovem! Eu também já fui casado, 2 vezes...
Ela se mostra indiferente, e desconfotável com o assunto, não vendo outro alternativa, finge ter recebido uma ligação e atende o telefone, simulando uma conversa com o Esposo:
- Oi Amor! Tudo bem? Você está me esperando? Na Estação? Ah que bom, eu já estou chegando. Não não, sem problema, a gente se encontra assim que eu descer. Um beijo, te amo. - Era seu Marido? - o Homem pergunta. - Sim. Ele é muito protetor sabe, sempre se preocupa comigo e quer estar sempre de olho em mim. - Ele é muito ciumento é? - Sim, mas acho que isso deve ser também pelo fato de ser Policial. - Ela novamente enfatiza uma palavra, "Policial". O Resultado é ainda maior que o primeiro; o homem se espanta mais uma vez e de tal forma que não consegue disfarçar. Isabella percebendo que desta vez o efeito da inibição foi maior, resolve apelar ainda mais.
- O que foi? - Ela pergunta, sinicamente. - Nada... Que legal que ele é policial. Essa cidade precisa mesmo de policiais bem treinados. - E ele é. Um dos melhores da Compania. - Qual o nome dele? Eu conhelo alguns PM's, talvez Eu o conheça também.
Antes que Isabella pudesse dizer qualquer coisa, o Trem chega em sua estação e ela desce ligeiramente com mais 2 pessoas. Ela anda apressadamente e ao olhar para trás percebe que o homem ainda a observa, lá dentro, até sumir juntamente com o Trem no final da curva. Ela suspira, entra numa viela à esquerda e para defronte uma casinha inacabada com uma luz amarelada em cima da porta. Ela toca a campanhia e uma garota magricela a recebe, convidando-a para entrar.
- Como foi o dia hoje? - A moça pergunta. - Bem corrido. Amanhã te conto com calma, preciso me trocar.
Isabella tira a Mini-Saia e a blusinha e troca por uma Saia Longa abaixo do Joelho, veste uma blusa de manga-longa e um blazer preto, amarra o cabelo fazendo um coqui. abraça a amiga e sai novamente. Ela apresa os passos e finalmente chega em casa. Ao abrir a porta, percebe a ausência do Marido que quase sempre chega tarde da noite, quase na madrugada, devido ao trabalho excessivo no Departamento. Ela prepara um café e senta no sofá, ligando a TV, à espera de Fernando.
Passando cerca de 50 minutos, o Policial chega, cansado e bufando. joga o jaleco em cima da mesa e dá um abraço caloroso na esposa, que já aparentava sonolenta.
- Como foi seu dia hoje? - Ela pergunta, carinhosamente. - O mesmo de sempre. Estou farto desse Lugar Isa, não vejo a hora de podermos nos mudar para Joinville. - No tempo certo meu amor, no tempo certo. - As ruas estão cheias de vaquinhas e drogados. Não me conformo de termos que viver no meio dessa escória. Ela o abraça e o deita em seu colo, passando a mão em sua cabeça.
- Apesar de nós vivermos entre eles, não somos como eles. Isso é bom. - Eu sei, dou gráças a Deus por você ser diferente dessa raça. Sempre foi educada e comportada.
Isabella nunca apareceu de roupas justas para o marido. Ela deixa as outras roupas mais curtas na casa da amiga, e sempre passa lá para se trocar. Se Fernando a visse andando daquele jeito, seria uma decepção muito grande para ele. Eles sobem para o quarto e Isabella dorme um sono pesadíssimo. Desde quando começou o Estudo Superior tem andado exausta. Ela levanta às 05;30 para ir trabalhar numa floricultura na avenida principal, de lé, parte para a casa da amiga e se troca, indo para a faculdade em seguida.
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Na manhã seguinte ela acorda primeiro que o Marido, se troca e sai para o trabalho. No caminho para a Floricultura, um tumulto perto de um beco lhe chama atenção. Ela se aproxima e vê que as pessoas comentam: "- Nosso Deus, tão jovem", "Eu não ouvi nenhum grito", "Que horrível, este mundo está perdido". Curiosa, ela se aproxima de uma senhora e pergunta o que está havendo. Duas Jovens foram cruelmente assassinadas nesta madrugada. Elas estavam sem roupas, com os olhos furados e os pés arrancados...
Continua...
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postado por Agarius @ 10:02 AM
quinta-feira, 17 de julho de 2008
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Ontem estava Eu perambulando pelas ruas de San Andreas enquanto minha esposa preparava nosso Jantar, quando vi algo saltitando por entre algumas almofadas que estavam no chão, logo ao lado perto da TV. (não me perguntem por que deixamos almofadas no chão pois nem Eu sei...) Estava escuro no quarto e a única coisa que clareava um pouco era a luz que a TV produzia. Eu estava tão empolgado com o jogo que nem dei muita bola, apenas pensei ser minha imaginação. Mas novamente o "serzinho" pulou e foi dessa vez para trás do Rack que sustentava o Video Game e a TV e pude ver claramente que se tratava de um Invasor; não, não era um Invasor Alienígena... era um Rato! Algo muito pior que ET's Cabeçudos e de Pernas Finas...
Acendi a luz e disse à Minha Esposa o ocorrido. Pronto, avisar uma mulher que há um Rato dentro de casa é a mesma coisa que tocar a sirene da Bomba Atômica; ela já se desesperam e ficam pressionando para que nós homens matemos quaisquer que sejam o seres que estiverem alojados nos cantos mais inacessíveis da casa, mesmo que isso dure a madrugada inteira. Mas se pensem que fiquei até tarde me preocupando com um Rato que está mais assustado que ela e nem sabe se defender direito estão redondamente... certos! É isso mesmo, o que eu poderia fazer afinal? Pois bem, segundo meus conhecimentos "Ratíticos" (essa é nova) é FATO que ratos não se espantam com porradas nos móveis nem tão pouco vassouradas no vento, na doce ilusão que o bichinho irá se desesperar e sair com as mão erguidas pedindo misericórdia pois ele tem dezenas de bocas para alimentar. Esqueça isso, o melhor é tramar um plano para o capturar.
O que fiz afinal foi deixá-lo incomodado com um Inseticida, joguei tanto inseticida em tudo que é Buraco, Fendas e "Rodovias" que existem dentro de casa, a ponto de nem eu mesmo aguentar o cheiro. passado algum tempo fiquei jogando novamente, desta vez com a Luz acessa para poder observá-lo, caso ele apareça dando seus passeios pela casa, e minha esposa havia montado uma Arapuca muito engenhosa e que eu julguei inútil de início... mas funcionou perfeitamente!! Sim sim!! Minha Esposa montou uma Armadilha usada no treinamento da S.W.A.T. para nos alarmar qualquer movimentação do intruso e nos dar a chance de abatê-lo sem qualquer dificuldade! A Armadilha é feita da seguinte forma:
(obs: Crianças não tentem isso em casa)
Material
1- Pegue uma Vassoura de Piaçá... 2- ... 3- ... 4- ... 5- ... E só!!
Montando a Armadilha
Coloque a Vassoura em pé no cantinho onde o "Dito Cujo" se enfiou, bem coladinha com a saída, quase que a obstruindo... ... ... ... e só novamente!
Quando o Fulano resolver sair ele vai derrubar a vassoura e você poderá então exterminá-lo facilmente!!
E quando já era por volta das 00:45, quando eu já estava anjoando de Jogar PS2 e ouvia a respiração Macia da minha esposa que já babava no travesseiro, a vassoura Tombou!!! Sim Sim Sim minha Dona de Casa, Meu Amigo Pedreiro e meus Compadres Caminhoneiros!! A Gambiarra que minha Querida montou foi mais eficaz e útil que o Cinto do Batman ou os aparatos tecnológicos do James Bond, e me deu a chance de pegar a versão real do Jerry e poder dormir em paz, satisfeito e realizado, feito um verdadeiro Herói Brasileiro... porém... não foi bem assim... A Armadilha me deu a chance... mas isso não quer dizer que eu consegui exercer minha tarefa com maestria, não meus caros leitores, eu falhei em minha missão de proteger meu lar. O bichinho acizentado me deu o maior baile, tentei acertá-lo com tudo e todos os meus membros possíveis (é... nem todos, claro). O Danado desviava de meus golpes como o Neo dos projéteis lançados sobre ele! Foi então que eu me dei conta que aquele não era um Roedor qualquer, ele era o próprio Mestre Splinter! Sim! Ele rodopiava e se esquivava de tal forma que fiquei irritado e começei a Desferir bicudas em todas as direções, tão frenéticamente que começei a espumar e a dizer "Hulk Esmaga!!" mas o Mini-Ninja saltou por cima do meu pé tamanho 40 e me deu um "Olé" que me fez acertar o Guarda-Roupa! Oh Deus, vocês não têm idéia da dor monumental que senti quando meu Dedão se encontrou com a Quina do "Wardrobe", ah não, a pancada foi tanta que o "S" do Senna foi projetado em meu pé por questão de segundos. Ainda pude ter a impressão de que o Infeliz do Rato mostrou-me o dedo antes de se enfiar novamente por trás do Móvel. Minha Esposa se compadecia de minhas dores enquanto eu resmungava palavrões em Azteca e tramando uma Revanche contra aquele Dentuço descarado. Passando mais algum tempo, minha esposa voltou a nadar em sua saliva e eu novamente voltei a jogar Video Game, aguardando a ascenção do Visitante Indesejado. E como diz o ditado: "Um raio não cai no mesmo lugar duas vezes", este se aplica a: "Um rato não cai na Mesma Armadilha duas vezes". mas teimei e usei a mesma Jambalaia com a temível Vassoura de Piaçá, pensando ingenuamente que ele daria o alarme, mas o ratinho ostrou-se mais esperto que Eu (algo não muito difícil) e desviou-se pelo outro caminho, saltando por cima dos Cadernos, Fichários, Pastas, Sacolas e Girafas, fez uma curva por detrás da cama, fazendo um Drift envolta do Cobertor e se refugiou embaixo do Fogão. É claro que durante esse trajeto eu joguei chinelo, sandália meia e até canetas como se fossem Shurikens, na ância de acertá-lo. Eu dizia eufórico: "Ele está ali! Ele está ali!" E minha esposa trocando uma idéia com Morpheus nem deu muita bola e murmurava algo incompreendível. Novamente pelo Inseticida, e se isso fez efeito provavelmente o "Mickey Mau" já estava chapando o côco de tanto inalar aquele veneno-matador-de-murisocas. Eu revirei tudo, me arrastei em tudo que é espacinho e nem sinal do Ciclano. Ele havia deixado o campo de batalha... Ainda o aguardo esta noite pois sinto que ele irá retornar em busca de comida e de devorar meus Pães de Frios. mas eu dei um UpGrade nas Armadilhas e estou pronto para um 2º Round... A minha Arma agora é: "Feijão Cru Moído em Liquidificador"!!
Aguardem para ver a Continuação deste Épico!!!!Marcadores: Agariando, Contos do Agarius
postado por Agarius @ 11:34 AM
A Loira do Banheiro - "Defeitos Especiais"
segunda-feira, 23 de junho de 2008
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Após definir a trama do roteiro - e Eu não vou revelar aqui - Minha preocupação se dirigiu aos Efeitos Especiais, ou como estávamos ruins financeiramente, seriam "Defeitos Especiais". Sabe, lógico que se tratava de um filme "Trash", mas não poderíamos entregar esta idéia ao rídiculo de uma produção relaxada, portanto, desde já bolava meios para ingressar as famosas CGI nas cenas que realmente fossem necessárias usá-las; pois muita coisa dava pra ser produzida manualmente e utilizando recursos mais criativos e de menor custo. Maquiagens, jogos de luz e cortes rápidos além de muita Ilusão de Ótica preencheria as lacunas que as CGI deixariam, obviamente. Estava tudo certo, tudo engrenado e pronto para alavancar uma possivel produção Amadora que com certeza cairia na graça do povo. Vejo em minha mente vídeos no You Tube, Sites e Blogs comentando uma possivel explosão virtual deste filme. Eu sei que ele tem potencial, só está faltando massa para crescer ainda mais. Quem sabe Eu ainda consiga lançar este trabalho; garanto que empregarei nele toda a minha dedicação e experiência para que seja um "clássico" irrecusável do Gênero Trash. Quem sabe...

Veja também:
Prólogo A iniciativa Mil e Uma VersõesMarcadores: Contos do Agarius
postado por Agarius @ 2:51 PM
A Loira do Banheiro (Mil e Uma Versões)
quarta-feira, 18 de junho de 2008
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Adaptar esta Lenda Urbana para um Roteiro Cinematográfico não seria tão fácil assim, afinal de contas, existem centenas de versões que foram criando massa ao longo dos anos, e de acordo com cada região, apresentavam uma origem diferente desta Lenda. O que se manteve fiel até então, foi a Loira e o Banheiro.
 Então resolvi juntar tudo que essas versões possuiam de interessante e desenvolver um Roteiro Pessoal, a Minha versão da Origem da Loira do Banheiro. Fiz uma História Dramática no início, dando assim um motivo justificável - embora seja absurdo - para que a protagonista fizesse o que tinha que ser feito ao longo da Trama. Ninguém realmente sabe se aconteceu realmente um assassinato de uma garota Loira em um Banheiro Escolar, mas na minha visão, seria importante tornar esse caso uma realidade, algo tangível pelo menos na adaptação. Noticiários Televisivos, Jornais e Alertas em progamas de Rádios fariam parte talvez da introdução do filme, acompanhado com Fotos diversas do ocorrido que se mesclariam com um suposto quarto que seria da Protagonista, mostrando sua cama, fotos de famílias entre outros objetos pessoais, dando clara visão ao espectador de que Ela, era uma jovem comum e passiva, mas que a brutalidade que foi imposta sobre ela a transformou num fantasma vingativo.
  Tratando-se de uma Lenda que predominou na adolescência de nossos pais, não seria legal trazer a história do assassinato para os dias de hoje; o que eu tinha em mente era justamente o impacto que causava em saber que Ela morreu anos atrás e que retornou para se vingar atualmente. E como ela poderia se vingar sendo que seus assassinos e agressores provavelmente já estariam beirando os 50 anos? Que vingança ela tramava para os Velhinhos? Foi então que tive uma ótima idéia para alavancar de vez esta trama...
Continua...
Veja também: Prólogo A IniciativaMarcadores: Contos do Agarius
postado por Agarius @ 9:36 AM
A Loira do Banheiro (A iniciativa)
quinta-feira, 12 de junho de 2008
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Quando já havia enchido minha mente com vários filmes do gênero Trash, senti-me compelido a colocar para fora toda aquela experiência que obtive com o tempo. Minhas primeiras cenas rodadas foi na Produção de um filme bem amador para um trabalho de escola, "A Casa Maltematicada". Uma parceria com um amigo "cineasta" chamado Udiele, que tinha o intuito de enterter os alunos de uma escola com um inusitado trabalho de Matemática. O roteiro foi criado pelo próprio Udiele, e constava como núcleo da trama estudantes que iriam à uma casa abandonada e distante da cidade grande para estudarem tranquilamente cálculos matemáticos, já que a grande prova estava próxima e eles teriam que se concentrar nas lições. Mas eles não sabiam que naquela casa havia uma maldição ligada à Matemática. Talvez uma premícia do que ainda era inédito no mundo "Cálculo Mortal", nosso projeto foi hilário ao associar uma maldição que lhe obrigava responder corretamente as questões matemáticas sob uma pressão absurda de almas vingativas; se errasse a conta, perdia a vida de uma forma terrível. Decapitações, Sumiços em quartos escuros e ataques de fantasmas foi o que rolou nesta filmagem que conseguiu de forma absurda arrancar gargalhadas de todo o colégio que assistia nosso trabalho. Infelizmente éramos tão ingênuos e ficamos tão afobados com a repercussão do filme que não guardamos a cópia original conosco, e nosso trabalho ficou nas mãos da professora que sumiu no mundo com o que poderia ter se tornado um Cult Guarulhense.
Tempos mais tarde, quando me interessava cada vez mais por filmagens, resolvi fazer um curta (põe curta nisso) sobre um dos temas que adoro em filmes e que geralmente é usado nos filmes Trash de Terror, os Mortos-Vivos. Usando Papel Higiênico Molhado com Corante e Fita Adesiva (Durex), as maquiagens eram "perfeitas" para um filme de Zumbi em Preto e Branco. O Curta durava 5 Minutos e foi mais um teste para efeitos visuais do que um curta roteirizado. Mostravam apenas alguns Mortos caminhando num quintal de uma casa e se direcionava para atacar uma Jovem. O Filme termina com os Mortos brigando para ver quem pega o maior pedaço, até que a jovem se levanta (já morta) e partem para uma nova vítima.
Depois de uma boa "congelada" nessa chama de filmes Amadores, um roteiro me passou pela cabeça como um "Concord", e me lembrei de uma "Lenda Urbana" muito conhecida entre os brasileiros, a lenda da "Loira do Banheiro". Foi quando tive a iniciativa de desenvolver um roteiro inteligente e inédito, mas que não fizesse perder o "suco" da história que todos conhecem. Como esta lenda conciste em várias versões de acordo com as regiões, resolvi pegar um pouco de cada e criar a minha versão, que seria jogada nas telas como uma história inédita. Eu pesquisei sobre o assunto, visitei escolas para as locações e fui me interagindo com futuros "atores" deste projeto. Um à um foi dando as suas colaborações para maquiagem, figurino, edição, criação e adaptação de cenário. As escolas se propuseram a colaborar com figurantes e liberação das dependências para as filmagens que seguiriam nos fins de semana. Porém, faltou o engrediente principal de todo esse projeto: A Loira. Sabe, eu sei que o filme poderia ser mais um Trash da vida, mas não queria que fosse tanto. E achar uma loira perfeita para o papel foi mais difícil que arrumar o cabelo da Maria Betânia em dia de Tempestade. Atrizes travadas, tímidas demais ou com sotaques irritantes; foi o que eu achei ao longo de todo esse tempo. Nenhuma caberia no papel principal, nenhuma faria jús à Lenda, e colocaria tudo por Privada Abaixo, e lamentavelmente, o projeto se congelou na mais pura ansiedade e decepção.
Mas nem tudo está perdido, a massa para esse "Bolo de Terror" ainda está viva e tao quente quanto Batata Cozida, o Roteiro...
Continua...
Veja o Prólogo Aqui.Marcadores: Contos do Agarius
postado por Agarius @ 3:26 PM
Evil Dead e os "Bons Trash" (Prólogo de Loira do Banheiro)
terça-feira, 10 de junho de 2008
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Em 2004, quando começei a trabalhar em uma Vídeo Locadora, pude me esbaldar com todo e qualquer tipo de filmes que existia lá; desde os mais brilhantes e empolgantes como "O Clã das Adagas Voadoras" e "Mirror Mask", e os mais toscos e bizarros, porém fascinantes, como "A História de Ricky" e "Caçador de Ossos". Eu tinha que saber como eram e quais suas histórias, porque sempre algum cliente perguntava minha opnião. Foi quando me concentrei em uma sessão que ocupava maior espaço no estabelecimento: a Sessão Terror. Filmes como "Tatto", "Evil Dead", "Exorcista (Original)" e "Hellraiser (Original)" foram bem aceitos em casa, pois se tratavam de clássicos do Trash, e que realmente é muito bom de se assistir. E observando esses trabalhos, notamos a simplicidade dos cenários e as engenhosidades para os Efeitos Especiais, coisas simples e feitas à mão, mas que refletiam bem o clima do filme. Para Filmes Trash, Efeitos Trash? Basicamente sim. Quanto mais bizarro e de certa forma "cômico" os monstros, efeitos e situações que o protagonista se encontrar, melhor sera sua repercussão; não é à toa que Evil Dead (Uma Noite Alucinante) faz tanto sucesso até hoje, estando presente em Histórias em Quadrinhos e até mesmo Jogos Eletrônicos. E foi nesta época de clássicos do Terror que me senti compelido a produzir algo assim também. Você pode estar até pensando que seria difícil, ou talvez improvável... mas não seria tão difícil assim se tivesse mais tempo e atores! Um exemplo disso foi a produção de "Evil Dead', veja aqui as curiosidades bárbaras da produção desse filme que até hoje é um sucesso
Sinopse: Um grupo de cinco jovens amigos vai para uma cabana na floresta, onde descobrem uma indescritível e mortal criatura. Ao descobrirem o "Necronomicon - O Livro dos Mortos" e ao ouvirem uma gravação que exalta os poderes do demônio, sem querer libertam o horror em sua mais pura expressão. Um a um, eles enfrentam em mortais e horríveis zumbis. E, quando resta apenas um deles, não há alternativa senão lutar pela sobrevivência durante a noite mais alucinante de toda sua existência.
Curiosidades: - Foi filmado em uma cabana abandonada real.
- Creme de milho tingido de verde foi usado como tripas de zumbi.
- O sangue é uma combinação de xarope, creme e corante vermelho.
- O diretor Sam Raimi e Bruce Campbell eram amigos desde o ensino médio onde fizeram muitos filmes junto com o irmão de Sam, Ted Raimi. Campbell se tornou o "ator" do grupo e era o popular entre as garotas.
- A visão da "câmera demônio" que plana pelo chão foi filmada com a câmera instalada em uma 2x4 enquanto Sam Raimi e Bruce Campbell seguravam a câmera de cada lado.
- Depois de completar a fotografia principal do filme, a maioria dos atores deixou a produção. Porém, ainda havia muito do filme para ser completado. A maior parte da segunda metade do filme apresenta Bruce Campbell e várias pessoas substituindo os atores que saíram.
- Os pedaços de madeira que caem da ponte no início e a usada pra lutar com a namorada possuída de Ash são feitos de uma substância de espuma e foi reciclado de um filme anterior de Sam Raimi chamado It's Murder! (1977)
- Bruce Campbell torceu seu tornozelo em uma raiz enquanto corria em uma colina íngreme e Sam Raimi decidiu irritá-lo cutucando o machucado com varetas, fazendo com que Campbell mancasse em algumas cenas.
- Um amigo de Bruce Campbell e Sam Raimi, lhes deu o conselho: "Não importa o que vocês fizerem, mantenha o sangue jorrando na tela." Depois de terminar o filme, eles incluíram a cena em que o sangue escorre na tela em tributo a ele.
- O sobrenome de Ash nunca é mencionado ao longo de toda trilogia, entretanto Sam Raimi e Bruce Campbell brincavam de chamá-lo de "Ashley J Williams" ou "Ash Holt".
- Durante a cena onde a Linda estava possuída e tenta acertar Ash com o punhal, Betsy Baker não tinha nenhuma idéia de onde ele estava. Devido às lentes de contato brancas que lhe impediam de vê-lo, ele acabou lutando com uma cega literalmente.
- Betsy Barker perdeu os cílios no processo de remover o molde facial
- A cena em que Cheryl é violentada pela planta possuída foi banida em alguns paises
- Durante a cena em que Linda estava possuída, o maquiador quis primeiramente faze-la com uma aparência de réptil, como pode ser visto quando Ash está a arrastando pra fora da cabana (filmada antes da cena em que ela canta uma música sinistra). A maquiagem dela era escura e um pouco mais esverdeada, mas foi mudada para uma com aparência de uma boneca maligna.
- No script original dizia que todos os personagens deviam estar fumando maconha quando eles estão escutando a fita. Os atores decidiram tentar isto de verdade e a cena inteira teve que ser refilmada depois devido ao comportamento incontrolável deles
- Na Alemanha, o filme foi lançado nos cinemas e em vídeo no mesmo dia para evitar problemas com a censura. Foi banido pouco tempo depois, mas ficou entre os dez melhores filmes nas poucas semanas do seu lançamento. A exibição do filme ainda está proibida na Alemanha.
- Sam Raimi originalmente escolheu "Livro dos Mortos" para o título do filme, mas o produtor, Robert G. Tapert , alterou o título para "The Evil Dead", receando que as crianças se desinteressassem de ver um filme com uma referência literária.- Há um cartaz de rasgado de The Hills Have Eyes (1977). Aparentemente, essa foi uma referência a um cartaz rasgado de Tubarão (1975) que aparece nesse filme que, Sam Raimi interpretou como Wes Craven sugerindo que "Hills" foi muito mais assustador do que "Tubarão", assim eles mostraram um pôster rasgado de "Hills" porque seu filme seria ainda mais assustador.
- A cabana era localizada em Morristown, Tennessee. Na biografia de Bruce Campbell diz que ela foi queimada mais tarde. Ninguém sabe ao certo o que aconteceu (Sam Raimi diz que ele mesmo a queimou após as filmagens). Além disso a única parte restante da cabana eram os tijolos da lareira, mas todos foram roubando um pedaço.
- A cabana não tem um porão na verdade. A maior parte das cenas do porão foi filmada em uma casa de campo da família do produtor em Marshall, Michigan. A última sala do porão era na verdade a garagem de Sam Raimi. Os ossos são um tributo ao Massacre da Serra Elétrica (1974). Para a cena em que os estudantes descem pro porão, um buraco raso foi cavado no chão.
- Na fita, em que as passagens da ressurreição do demônio são lidas em voz alta, algumas das palavras faladas (que soam como uma voz estrangeira algo como "Sam e Rob, Das ist caminhantes Dan dee Roadsa" significam na verdade "Sam e Rob são os viajantes na estrada ", como era realmente Sam Raimi e Robert G. Tapert que fazem o papel dos pescadores que acenam para o carro no início do filme.
- Quando Ash e Cheryl retornam à cabana (depois da fracassada tentativa de dirigir para cidade, devido à ponte destruída), Scott vai dizer alguma coisa e de repente para, vira a cabeça pra trás e sai de cena. Isso aconteceu devido ao ator (Hal Delrich) soprando seu texto.
- O grito de Bruce Campbell no final do filme é verdadeiro. Sam Raimi na verdade colidiu com Bruce com a bicicleta que ele usou para criar o efeito da "câmera demônio".
- Bruce Campbell trabalhou com Sam Raimi nos 3 Filmes do Homem-Aranha. Em Homem-Aranha ele é o apresentador da Luta Livre e usa um Óculos Escuro. Em Homem-Aranha 2 ele é o Porteiro do teatro onde Mary Jane se apresenta (ele impede o Peter de entrar); e em Homem-Aranha 3 ele é o Atendente Francês do Restaurante Constellation o qual programa a taça de Champagne com a Aliança dentro.
Agora me diz... Seria necessário tanto dinheiro assim para produzir um fime Trash? E eu já tinha um em mente.
Continua... Marcadores: Contos do Agarius, Filmes
postado por Agarius @ 2:50 PM
quinta-feira, 5 de junho de 2008
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Criar, Contar e Adaptar Histórias e Contos já é um prazer mais que visível na minha vida. Gosto de Ler, de Ouvir e Assistir histórias, visitar com a minha mente mundos e situações em frações de segundos e poder me identificar com personagens, sejam eles simples ou fabulosos. É por isso que sigo na sede de alcançar a área de Roteiros profissionalmente, sejam em Quadrinhos, peças de Teatro ou na paixão da minha vida, o Cinema. Como sempre penso em histórias e fico imaginando contos e relatos fictícios na minha mente enquanto durmo, viajo de ônibus ou almoço, resolvi dar um passinho curto e talvez até sem muita ância aqui no Blog... Escrever algumas piruetas que minha ativa mente costuma dar. Eu creio que liberar essas curtas ou longas histórias me ajudará a ter mais controle sob minha cachola, porque não é fácil guardar tanta coisa assim aqui dentro, e só quem sabe, sabe... Não sei qual vai ser a frequência disso, não sei se seguirei por muito ou pouco tempo, mas vamos ver no que dá; começa aqui então uma nova Categoria: Contos do Agarius.Marcadores: Contos do Agarius
postado por Agarius @ 3:09 PM
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Este blog é um trabalho dos irmãos William Agarius e Paulo Bastos
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