Eu estava dando uma navegada pelas ondas da internet quando de longe avistei a sombra de uma ilha muito chamativa, esta ilha era na verdade um vídeo do You Tube, do jovem koreano Sung-Bong; nascido e abandonado aos cinco anos de idade, e que desde então passou a viver sozinho nas ruas sobrevivendo graças a Deus e sua força de vontade. Ao contrário das "surras de bunda", "mulheres frutas" exibindo seus "talentos" para ganhar dinheiro; muito além dessa idéia deturpada de entretenimento que infelizmente os brasileiros vêem graça; cada vez mais vejo que lá fora, pessoas como Sung-Bong, Susan Boyle e o jovem Kurt Nilsen, realmente nos encantam com sua trajetória de vida e real talento.
Não sei se não é interessante à Imprensa Nacional dar valor à pessoas desconhecidas que carregam a verdadeira arte nos corações, ou se o Brasil é tão abandonado pelo Governo, que dar atenção na mídia para pessoas que possuem a história semelhante ao jovem koreano seria como exibir um programa infinito de situações que nos fazem chorar...
Mirror's Edge já pode ser considerado um jogo antigo, pelo menos se levarmos em consideração a infinidade de jogos e suas tecnologias que estão sendo lançados praticamente toda semana.
Porém não podemos agrupá-lo a um grupo de jogos quaisquer. Não mesmo. Mirror's Edge trouxe muita satisfação com seu visual e sua jogabilidade, embora não tenha sido inovador pelo fato de que o jogo Breakdown (2004) da Namco já havia utilizado a idéia de um FPS (Tiro em Primeira Pessoa*) que vemos em Mirror's Edge (2009).
Minha postagem na verdade é sobre a Trilha Sonora Oficial, chamada Still Alive, interpretada pela sueca Lisa Miskovsky, em parceria com os gigantescos artistas Benny Benassi, Junkie XL, Paul Van Dyk, Teddybears, Armand Van Helden e Magnus Birgersson; este último, é o compositor deste trabalho. É um som que tinha tudo para se tornar um Hit nas rádios ou ganhar mais força para divulgar o trabalho desta artista e sua voz; porém, é natural aqui no Brasil a maioria das pessoas levarem tudo que envolve Video Games como algo para crianças. Eu escuto muito isso por aí. Ninguém percebeu ainda que os roteiros, produções e trilhas musicais dos últimos jogos lançados de 2000 para cá mudaram e muito. Deixaram de ser joguinhos de plataformas sem pé nem cabeça e passaram para o abrangente e maravilhoso entretenimento inteligente. Games não é mais só para crianças, e suas produções não são mais para preguiçosos. E de acordo com a postagem, suas trilhas sonoras não são mais barulhinhos em formato MID que irritavam qualquer um.
Viva à boa música! Viva ao trabalho bem feito de uma grande equipe! Viva aos Jogos Eletrônicos!
*Tiro em Primeira Pessoa é no original FPS (First Person Shooter)
Quem já pôde assistir a Coraline e o Mundo Secreto (Coraline), O Estranho Mundo de Jack (The Nightmare Before Christmas) ou Alice no País das Maravilhas (Alice in Woderlands)deve se familiarizar com corais infantis e musicas frígidas. Nesta postagem, lhes apresento Les Choristes; cuja primeira música que conheci foi a indicada ao Oscar Vois Sur Ton Chemin, que minha irmã gravou em um CD MP3.
Esta é a trilha sonora do Filme "Les Choristes - A Voz do Coração" (Les Choristes), estrelado por Jacques Perrin e Gerard Jugnot. O filme usa uma fórmula semelhante à "Sociedade dos Poetas Mortos", onde um professor, Clement Mathieu (interpretado por Jugnot) vai para um internato francês em 1949, onde os meninos que ali residem não gostam muito dele, mas ele acaba, através da música , conquistando seus corações e lhes ensinando sobre a vida. A música que eles executam é excelente (na verdade, apelidado por "Les Petits Chanteurs de Saint-Marc," um coro profissional, dirigido por Nicolas Porte), que vão desde canções das crianças zombando dos professores, Mathieu escreveu canções originais (como o indicado ao Oscar "Look To Your Path" ("Vois Sur Ton Chemin") para canções conhecidas de autores famosos. Há 21 canções, a maioria acompanhada, e alguns cortes dramáticos instrumentais, como "Pepinot" e "Les partition." O a cappella "La Nuit", "Caresse sur l'Ocean", "Lueur d'Ete," Cerf-volant "," La Desillusion "," Acção Reacção ", e" In Memoriam A Cappella. "Nous sommes de Fond de l'Etang "é um cenário a cappella do filme sobre os esforços iniciais de Mathieu para ensinar os meninos. No arquivo para download seguem as capas do CD e do Filme.
Eu ainda não tive a oportunidade de vê-lo, ele que é de 2004, mas pra quem se interessa neste tipo de arte musical (como Eu), é um prato transbordante.
Haja visto que não me familiarizo muito com os grupos "pop" evangélicos desta época, minhas buscas e alternativas são ouvir o trabalho de adoradores do Rei em outras terras, algumas longínquas, outras logo ali, dobrando a esquina.
Os grupos nacionais que sou apaixonado são de 10, 20 e até mesmo 30 anos atrás, cujas produções eram limpas e reais, e suas letras era a própria bíblia cantada. Já os grupos de hoje, além de apresentarem uma produção barata e descarada, inventam letras repetitivas e estilos pouco desafiadores; contudo ouço um ou outro brasileiro fazendo a diferença na cena evangélica.
Irritado com isso, resolvi procurar outras bandas pouco conhecidas e lá de longe, onde ninguém ouvisse muito falar, e confesso que meu acerco de músicas evangélicas aumentou, tanto nacionais quanto internacionais, mas hoje separei este espaço para falar de uma das bandas as quais minhas buscas por discos novos têm aumentado, Plumb, que na verdade é o nome artístico de Tiffany Lee, artista gospel que possui uma voz arrebatadora e realmente embalante.
Como ainda estou descobrindo mais coisas sobre Plumb, não terei muito texto para deixar aqui, contando talvez sua origem ou história na industria da música, mas pelo pouco que vi em sites do gênero, Plumb vem estourando no Reino Unido e aos poucos está ganhando corpo na mídia. Sua origem é bem antes disso, em 2000 Tiffany já encantava multidões com seu talento e antes mesmo que alguém faça o comentário: "nossa essa mulherzinha aí canta igual a Amy Lee (nenhum parentesco) do Evanescence". Eis a surpresa: Amy Lee declarou que na verdade Tiffany Lee foi uma de suas inspirações; ou seja, A cabeludinha aí veio primeiro hehehehe.
No mais, Hoje eu não vou postar o álbum completo de Plumb, somente uma música para dar um gostinho à vocês.
Com todos os avanços da tecnologia dos Games, ficou cada vez mais raro ver um jogo de plataforma com gráficos básicos, inovador e divertido. Porém, a Xbox Live Arcade tem investido nisso a cada dia.
Prova disso foi o hilário Castle Crashers, originalmente lançado em 2008 e que foi considerado merecidamente como um dos melhores games do ano.
Simplicidade, divertimento e muita pancadaria marca este trabalho da empresa Behemoth (mesma criadora de Alien Hominid), que faz sucesso com minigames no site Newgrounds, e que sem dúvida foi mais um sucesso.
Com uma centena de telas, CC garante um desafio tão intenso e difícil que beira o impossível, no nível normal, jogando com mais 3 amigos (o multiplayer offline permite 4 jogadores) apenas conseguimos acabar todas as missões após praticamente um dia inteirinho de batalhas intermináveis e extremamente "apeladoras". Mesmo com a infinidade de armas e poderes, ajudas de outros personagens do jogo, o desafio de Castle Crashers não é para ser aceito sozinho, Realmente você precisará de seus amigos para encarar esta insana guerra.
A história se baseia nos tempos das cruzadas, onde quatro grandes cavaleiros com poderes mágicos (Red o Elétrico, Blue o Gelado, Green o Venenoso e Orange o Inflamável) infrentam ogros, trols, dragões, mortos-vivos, ursos assassinos, morcegos gigantes, gato-peixe, vulcões vivos, guerreiros medievais, ladrões, extraterrestres, escorpiões gigantes, robôs, milho gigante, caveiras, ciclope, magos entre outros absurdos e fantasiosos vilões neste frenético jogo; tudo para salvar as filhas de um Rei e seu Cristal mágico que foi roubado por um terrível mago.
Contudo, este épico não seria marcante se não fosse também sua trilha sonora, à altura de sua genealidade e diversão.
Se você tem um Xbox 360 ou um PS3, não se arrependerá de gastar uns trocados para baixar este incrível jogo no Xbox Live ou Sony Store (ele não está disponível em lojas e não pode ser copiado em mídia); mas se você ainda não tem, pode sentir um pouco o gostinho deste já considerado um clássico ouvindo suas animadas e inconfundíveis músicas. Aproveitam!
Quem ama jogos de video games com certeza deve conhecer o clássico dos jogos de corrida: Top Gear!!
Sim, sim!! Quem nunca pirou nas musiquinhas e nas pistas frenéticas deste saudoso e grande jogo??
Top Gear (Top Racer no Japão) é um jogo feito em 1992 para o Super Nintendo. Foi publicado pela Kemco e desenvolvido pela Gremlin Graphics. Este é o primeiro jogo da franquia Top Gear. Foi um dos primeiros jogos desse genero para o SNES. O objetivo do jogo é se tornar o piloto mais rápido do mundo correndo em vários países. Top Gear surgiu em 1989 baseado em um jogo de grande sucesso no Famicon/NES chamado Rad Racer. A principio ele sairia para esse console 8 bits, mas a empresa que o produzira, a japonesa Kemco, a pedido da Nintendo o lançou para o então recem nascido Super Nintendo/Super Famicom em 1992.
O jogo foi lançado no Japão dia 27 de março de 1992, levado ao mercado Norte americano em 04/92 e só foi lançado no mercado Europeu no final do ano. Na Europa recebeu o nome de Top Racer, mas só o nome que mudara, ojeito de jogar era o mesmo
Um dos maiores mistérios do jogo é de onde foi tirada a fotografia de fundo do menu inicial, em preto-e-branco, onde aparece uma pista em forma de U cercada de vários prédios. A imagem aparece antes de o jogador iniciar o jogo, e não tem notícias nem estimativas de algum lugar possível para aquela fotografia.
A Trilha Sonora foi criada pelo artista Barry Leitch originalmente como trilha sonora da série Lotus Turbo Challenge do computador Amiga, foi remixada para o Top Gear e é um dos pontos mais marcantes do jogo e provavelmente sem ela o jogo não seria o que ele é.
Até hoje os fãs da era 16 bits que jogaram Super Nintendo, lembram das músicas de Top Gear, que competem frente a frente com músicas de artistas como Koji Kondo (The legend of Zelda e Super Mario World) e Nobuo Uematsu (Final fantasy). Muitos consideram a trilha sonora de Top Gear 1 uma das melhores já feitas, senão a melhor. A incrível trilha sonora, até hoje é aplaudida com toda força por vários fãs, e existem vários covers em: Guitarra, Teclado, Bateria, etc circulando por sites como Youtube, Google Video, Last.fm e vários outros. Os covers do jogo com maior sucesso no Youtube por exemplo, são feitos por brasileiros.
"Bliss", música da banda britânica Muse, foi inspirada na faixa título de Top Gear.
Com o considerável sucesso da primeira versão, a Kemco lançou a segunda versão de Top Gear: Top Gear II, que também foi lançado para o Sega Mega Drive, mas com algumas limitações técnicas.
Em 1994 a Kemco voltou a lançar uma nova versão intitulada Top Gear 3000 para o Super Nintendo, que se passava no futuro, onde os carros corriam sobre galáxias e planetas.
Em 1997, Top Gear Rally foi lançado para o Nintendo 64.
Infelizmente a última versão não alcançou o mesmo sucesso que as três primeiras.
Dentre as várias cidades e países do jogo, o Brasil possui duas pistas, uma no Rio de Janeiro e outra na Floresta Amazônica
Divirta-se e mate a saudade das elétricas músicas de Top Gear!
Não há como negar o efeito nostágilco deste título. Conta Comigo foi e sempre será um filme inesquecível para os jovens da minha idade. Mas o que muitos não sabem, é que a origem deste incrível filme dirigido por Rob Reiner (Antes de Partir) é baseado no conto The Body (no Brasil, "O outono da inocência - O Corpo", presente na coletânea "As Quatro Estações"), de Stephen King.
O curioso é que a história, baseada em um conto de Stephen King, remete claramente a uma fase de sua vida: seu irmão morto em um acidente de carro, o fato de o personagem principal ser um escritor famoso na velhice, e diversas outras metalinguagens pessoais. Outra característica curiosa do conto, é que os nomes de todas as cidades citadas em Conta Comigo, com exceção de Castle Rock, são homenagens a lugares reais do Maine, estado onde Stephen King viveu quando criança.
Além disso, neste longa vemos as caras ainda lisas de grandes atores como Corey Feldman, Kiefer Sutherland, Jerry O'Connell e John Cusack.
Não obstante, a trilha sonora do filme também marcou e muito as vidas dos espectadores, e o tema principal (Stand by Me) composta por Jerry Leiber, Mike Stoller e Ben E. Kin foi a que mais fez sucesso, tendo diversas versões e que leva o título do filme.
Como não sou o único que adora este filme e suas músicas, abaixo segue gratuitamente a trilha sonora deste sucesso: Conta Comigo.
Para os Gamers de plantão, é inegável o fato de que no que diz respeito a jogos de terror e suspense, Resident Evil é imortal. Mesmo tendo aqueles gráficos que parecem que foram feitos de Papercraft, nada pode tirar o título do podium.
Jogar o primeiro Resident Evil (ou Biohazard) nas frias noites era um tormento. Os passos dos Zumbis nos corredores nos congelavam. O desespero quando as munições acabavam e a sensação de paz quando se entrava na Save Room para usar o tão precioso e limitado Ink Ribbon. Lembra da curiosidade de sair da mansão logo no começo e ao fazer isso dava de cara cm um cachorro feroz? E da serpente gigante no sotão da casa? Ahh velhos tempos...
Pois bem, como todo o suspense que se preze, a trilha sonora deve ser marcante e acompanhar as cenas, embalando assim não só a emoção visível mas também invadindo nosso interior através de notas sustentas, elevando assim nosso medo ao ápice do momento, em que um Hunter lazarento surge despedaçando uma janela, a música eleva-se, o controle vibra, e pulamos da poltrona quase derrubando tudo.
Hehehe You Died!
Abaixo o link de uma versão Orquestrada pelos maestros e produtores Kazunori Miyake e Masami Ueda.
Janires, o "velho profeta" que desde aquela época saudosa do Rebanhão já espetava e iluminava de uma forma poética, seguindo os premeditados passos da humanidade o futuro negro e borrado que se aproximava. A boa MPB Evangélica que infelizmente foi tomada por ritmos comerciais e letras repetitivas dos grupos de hoje em dia. Não é à toa que particularmente eu curta muito mais as bandas e cantores de 20 anos atrás do que os de hoje.
Atrás deste monte tem uma cidade Com casinhas brancas, casarões, moças nos portões, Velhos nas janelas, e a velha Maria fumaça, Descansa na praça escutando a bandinha, Tocar valsas e canções nos corações dos jovens namorados.
Atrás deste fumaça tem uma cidade, Com crianças no meio da rua, Brincando com a lua contando segredos E os velhinhos nos bancos de jardins assistem Ao fim de mais uma tarde.
Atrás deste monte tem uma realidade Casinhas brancas, pichadas palavrões, pecados nos portões, Fracassos nas janelas, e a velha Maria fumaça, Assiste as desgraças no meio da praça e a bandinha, Faz um fundo musical a mais um funeral De quem cansou de viver.
Atrás deste fumaça tem uma realidade, Policias e ladrões, trancas nos portões, grades nas janelas, E os velhinhos bêbados nos bancos de jardins assistem seu fim.
Atrás deste mundo tem uma cidade Jesus quem construiu quando subiu Naquela cruz e o caminho nos ensinou O amor, ah o amor.
Boa noite!! Domingão terminando e a semana de trabalho chegando, sim, sim e mais um sim! Porém, é com muita alegria que eu posto aqui o link para download do Agarius Remix One!! Meu primeiro trabalho direto com a música eletrônica fazendo um Remix em Oito Músicas populares na cena da E-Music. Usando o programa Virtual DJ, estão aqui compiladas as oito músicas. Para um primeiro remix, até que não está tão ruim assim, dá pra dançar um pouco... hehehe Com o tempo eu pego o jeito e quem sabe começa a surgir coisas mais elaboradas e bem profissionais...
Critiquem, elogiem, dêem opniões e ajudem este rapaz de pele esverdeada a alcaçar as Pick-ups do sucesso musical!!!
Link para o álbum: Agarius Remix One Link para descompactador (caso ainda não o possua): WinRar Link para acelerador de Download (funciona mesmo!): Orbit Downloader
Certo, para terminar a semana com um bom (ou não) humor, resolvi pegar um "talentoso" artista com sua música e seu "incrível" Video Clip.
O que me martela a cabeçona é a seguinte pergunta: Como ele convenceu as "violinistas" a participarem de um treco desses??
Você também vai chorar muito... De rir. Seu estilo Fanho-Sofredor-Molhado é o que garante toda a sua desenvoltura. Está aqui a chave do sucesso: Seja cara de pau e tenha mulheres bonitas para chamar atenção.
Aproveitando o espaço, vou fazer um merchan do Musical que o Quarteto Nikao (não deu pra evitar a rima...), está promovendo.
O quarteto é muito bom e os atores também, por isso, o espetáculo promete ser inesquecível. Confesso que ainda não vi nenhum musical apresentado por um quarteto e essa será uma ótima oportunidade para eu ver. Vi o ensaio e sinceramente... RECOMENDO!
O musical será na Primeira Igreja Batista em Jardim São João - Guarulhos, e acontecerá no dia 22/08, começando às 19:30. Mais informações acesse http://quartetonikao.blogspot.com/
Extra! Extra! Morre o maior astro do pop mundial! O cantor e super dançarino que inovou a música em todos os sentidos, faleceu e deixou saudades a milhões de fãs no mundo!
Essa notícia parece ser nova, mas não é. Na minha opinião ela deveria ter sido dada no final dos anos 80 e início dos anos 90, pois pra mim, foi ali, sozinho e sem ninguém para salvá-lo, que o grande Michael Jackson morreu.
Escolhi essa foto e não uma atual, porque considero, que este, envolvido em tantos escândalos, desfigurado e sem nenhum brilho nos olhos, não é o mesmo Michael que exalava talento pelas veias e surpreendia até os maiores gênios da música com o seu estilo visionário.
Não estou aqui pra fazer nenhum saudosismo a Michael Jackson e nem endeusa-lo, como muitos estão fazendo. Reservei esse espaço a ele hoje, porque nesses últimos dias estou meditando muito sobre a importância da família, dos amigos e principalmente de Deus na vida das pessoas.
Muitas pessoas talentosas pensam que são auto-suficientes e se acham o centro do mundo, intocáveis e imortais, mas se esquecem do verdadeiro "astro", o único auto-suficiente, aquele que dá o talento e pode tirá-lo: O nosso Deus!
Agora, meditando sobre MJ, eu me pergunto: Como alguém que tinha tanto dinheiro e tanta fama, não teve ninguém que lhe puxasse a orelha e dissesse: "Ei, não faça isso, não é por aí, você está se acabando!"? Como um menino de tanto talento se transformou naquela figura assombrosa, rodeada de escândalos repudiáveis, envolvendo criancinhas?
Ele podia comprar tudo que desejasse, mas, assim como todos nós, ele não podia comprar um sorriso, ele não podia comprar o afeto sincero, um puxão de orelhas por amor, um ombro amigo... ele não podia comprar o amor. Amor de irmão, amor dos pais, o amor de Deus... Sim, Deus o amava, mas Deus não ultrapassa o limite do livre arbítrio que Ele mesmo nos deu. Nós precisamos querer, precisamos ir até Ele, vazios de nós mesmos, assim como o grande profeta João declarou: "Que Ele cresça e eu diminua..." Provavelmente, essa deveria ser uma tarefa muito difícil para o pequeno Michael.
Morre o grande astro das últimas décadas, agonizando por anos, sozinho, rodeado por fantasmas e monstros, assim como em sua obra prima...
Eu realmente lamento...
Não por considerá-lo um deus, mas, porquê mais uma vez, uma pessoa com tantos talentos dados pelo próprio Deus, capaz de influenciar nações, morreu sem Ele, sendo presa fácil para o inimigo.
Plump DJ's, mais uma Dupla Desconhecida que me agrada com suas Batidas Eletrônicas!
Formada por Andy Gardner e Lee Rous, Plump DJ's surgiram no final do Século passado, dois DJ's distintos e que não se conheciam se encontraram num evento de Bar em Londres; dirigido por Lee e Steve Blonde.
Ambos foram convidados para produzir uma música especial para esse evento, a música "Night Passenger", que foi um sucesso e atraiu muitas pessoas para a Bar/Boate. Com o tempo, a Música estava tocando em todas as Casas Noturnas de Londres, e mais e mais vezes os Dois DJ's tiveram chances de se encontrarem. Daí então, nasceu o Plump DJ's, produzindo suas próprias músicas com temas Políticos Azedos, depois passou para um estilo mais PSY até chegar numa espécie de Drum Hit empolgadíssimo!
A Música "Soul Vibrates" teve uma repercussão grande na Europa Central e foi utilizada não somente ela, mas boa parte do repertório de seus Singles e Álbuns em Games como "Midnight Club" e Jogos On Line.
O que realmente me deixa impressionado na Música Trance não é apenas os seus solos e frases que de alguma forma é calma e pacífica, mas a diversidade de instrumentos que se usam para executar um bom Trance. Um dos muitos artistas que maracaram a diferença com seu estilo na área Trance é o Safri Duo. Composto por uma dupla de dinamarqueses, sendo integrantes o Uffe Savery e Morten Friis, Safri Duo leva com seu estilo uma multidão de apreciadores à loucura em seus Shows. Eles foram descobertos por um executivo da música clássica, mas ao invés de seguirem suas origens clássicas, optaram mela música eletrônica que combina um som tribal, dance music e world music. Um dos resultados desta mistura foi a música Played-a-live (The Bongo Song), que se tornou uma das música mais populares na Europa, e que carrega como núcleo uma onda empolgante de batucadas em instrumentos de Percussão e um ótimo solo em teclado, e não, eles não batucam como Timbalada ou Olodum, esses caras são muito ágeis nos tambores e nos deixam de boca aberta com suas frases e repiques totalmente coreografados e em perfeita sincronia.
O Álbum 3.0 foi lançado em 2003. Teve a participação de Clark Anderson como vocalista em algumas faixas, incluindo All the People in the World, Agogo Mosse e Laarbasses. O single Rise se tornou um grande sucesso, depois foi lançado uma nova versão da musica: Rise (Leave Me Alone) que tinha Clark Anderson nos vocais. Em 2004 a dupla lançou um remix do album 3.0 chamado de 3.5 - International Version, nele continha a nova versão do hit Rise.
E é esta versão que eu posto aqui para que vocês possam conhecer o trabalho fabuloso dessa Dupla Dinamarquesa (confesso que me senti tentado a fazer um trocadilho com Dupla Dinâmica).
Trance é de fato uma paixão minha, e se tratando do trabalho fabuloso de ATB é ainda mais ativa e empolgante. ATB (André Tanneberger), nascido em 1978 na cidade de Freiberg/Thüringen, na antiga Alemanha Oriental, é um DJ alemão. André Tannenberger decidiu fazer suas próprias músicas usando um computador e um pequeno sintetizador em seu próprio quarto. Através de Thomas Kukula (o produtor do conhecido projeto General Base) teve acesso a um estúdio profissional pela primeira vez. Já no estúdio de Kukula, bem mais equipado pode finalizar as suas produções caseiras. Estava criado o primeiro projeto de André, o Sequential One (Sq1).
Andre Tanneberger iniciou sua carreira musical no grupo de dance Sequential One. Ele foi o cérebro do grupo de 1993 até 2002. Em 1998, Andre também iniciou um projeto solo chamado ATB. Sua primeira música com este nome foi "9pm (Till I Come)", incluída no álbum Movin' Melodies, que liderou as paradas musicais do Reino Unido em 1999 e é geralmente lembrado como o primeiro número um de Trance do Reino Unido [1] A faixa apresenta um riff de guitarra que se tornou enormemente popular. Este som de guitarra , o qual ele acidentalmente encontrou enquanto experimentava com um novo deck de produção, se tornou a marca registrada de seus primeiros hits. ATB continua envolver e mudar com cada álbum. Seu estilo atual envolve mais vocais , com pianos frequentes. Somente lançando um pouco mais de singles no Reino Unido, chamado "Don't Stop!" (No.3, 300,000 cópias vendidas ) e "Killer" (No.4, 200,000 cópias vendidas), ele ainda regularmente lança músicas na Alemanha e em outras partes da Europa , onde ele alcançou tops tais como "I Don't Wanna Stop" e seu cover do hit de Olive de 1996, "You're Not Alone". Two Worlds (realizado em 2000) foi seu segundo albúm de estúdio. É um duplo-cd baseado em cima do conceito de diferentes tipos de música para diferentes modos. O título dos dois cds são: "The World of Movement" e "The Relaxing World". Este álbum inclui duas canções com Heather Nova: "Love Will Find You" e "Feel You Like a River." Seu terceiro álbum, Dedicated, foi lançado em 2002. Este inclui três top hits: "Hold You", "Let U Go" e "You're Not Alone". O tíutulo refere-se aos atentados de 11 de Setembro, então o álbum é dedicado àquela tragédia. Em 2003 ATB lançou Addicted To Music, que incluiu hits como "I Don't Wanna Stop" e "Long Way Home". O mesmo ano, o primeiro DVD de ATB foi lançado - Addicted To Music DVD, que inclui todos os videoclipes , um documentário sobre a tour, fotos e muito mais. Os últimos hits de ATB incluem "Ecstasy" e "Marrakech", ambos do álbum No Silence (lançado em 2004) e também lançado como singles. "Marrakech" foi também incluído no faixa para o filme Mindhunters. Em 2005, ATB lançou Seven Years, uma compilação de 20 canções, incluindo todos seus singles. Adicionalmente, Seven Years inclui seis novas faixas, incluindo o single "Humanity" e o re-trabalho de 2005 de "Let U Go". Muitos dos álbuns recentes de ATB tinham participações de vocais de Roberta Carter Harrison, cantora da banda canadense Wild Strawberries. Seu último álbum , Trilogy, foi lançado em 4 de Maio de 2007. O primeiro single "Renegade" foi lançado em 12 de Abril,e inclui Heather Nova. O segundo single foi "Feel Alive", lançado em Julho do mesmo ano. André é casado com Anna Tanneberger, e dedicou a música "A Dream About You", do álbum Trilogy para ela.
os trabalhos de ATB também tansportam um grande número de Vocalistas talentosos, inclusive ele mesmo. Os Vocais ficam a cargo de Drue Williams, Heather Nova, Jan Löchel, Jennifer Karr, Jeppe Riddervold, Karen Ires, Ken Harrison (The Wild Strawberries), Madelin Zero, Michal The Girl, Nicole McKenna, Roberta Carter-Harrison (The Wild Strawberries), Tiff Lacey e Yolanda Rivera.
De "prache", uma das minhas prediletas, "Ecstasy" na versão Pussytrônica (Club Mix), aproveitem!
Num certo período que trabalhei de noite, minha principal atividade durante o dia (já que ficava livre) era gravar CD's. gravava o maior número de CD's MP3 que fosse possível, mas minha maior coleção veio de um amigo que resolveu me presentear com a já mencionada Mídia sem Fim e também com uma coletânea de Músicas Country. Te devo essa Raul... Sem dúvida esses eram os CD's que mais tocavam na minha casa, fosse qualquer hora eu estivese lá, e das músicas Country, quem se destacou foi Alan Jackson, o bigodudo Norte-Americano que realmente tem talento musical. Alan Jackson já vendeu mais de 40 milhões de discos, emplacou mais de 30 singles no topo das paradas (22 de sua autoria ou co-autoria), ganhou mais de 80 prêmios, isto sem contar outras conquistas. Desde o lançamento do primeiro álbum Here in the real world, de 1989, até a extraordinária coletânea Greatest hits Vol. II, de 2003, o cantor americano se mantém como ícone da música country. Afinal, não é qualquer artista que consegue acumular discos de platina - ainda por cima ter uma coleção com mais de 30. Somente 'A lot about livin' (And a little 'bout love)' rendeu seis certificados. Para se ter uma idéia, no caso de Alan Jackson, ganhar um disco de platina significa ter vendido 1 milhão de álbuns nos Estados Unidos ou 125 mil exemplares no Brasil. Vale repetir: o que não é para qualquer um! A fórmula do sucesso de Jackson talvez esteja em sua simplicidade, que gera identificação tanto em homens quanto em mulheres, do interior ou centro, de pequenas ou grandes cidades. Em "Drive (for Daddy Gene)", por exemplo, ele conta como aprendeu a dirigir na Georgia, fazendo o ouvinte lembrar a primeira vez que segurou o volante. Na balada "Remember When", outra faixa do álbum Greatest hits volume II, ele fala sobre as recordações de um casal que envelhece unido. Filho de uma dona de casa com um mecânico (o que explica sua paixão por carros), o cantor nasceu e foi criado em Newnan, na Georgia. Na adolescência, se apaixonou por uma garota que conheceu na lanchonete Dairy Queen, com quem depois teria três filhas. Antes de se tornar famoso, ele teve vários empregos. Entre eles foi vendedor de automóveis, mecânico, além de estar - sempre que podia - se apresentando em bares à noite. Reconhecendo que os "brinquedos"que tem hoje são "maiores" do que os do passado, o astro ressalta que nada o fará esquecer sua origem. Ano após ano, hit após hit, Alan Jackson continua a mesma pessoa, apaixonado pela família e pela vida. Assim que conseguir me acertar com esses erros de Scripts eu posto uma música do bigodudo aqui.
Faz tempo que não posto sobre música aqui, e nada melhor do que regressar com bom estilo e com boa música, e a Dupla de Dois da Vez é os robóticos Daft Punk !! Eita que eu gosto muito das músicas desses maluquinhos aí...
O Daft Punk é atualmente um dos principais projetos de música eletrônica da França. É composto por Guy-Manuel de Homem-Christo (nascido em 8 de Fevereiro de 1974, com um nome mais que bizarro) e Thomas Bangalter (nascido em 3 de Janeiro de 1975).
O nome Daft Punk foi inspirado em um artigo depreciativo, publicado na revista britânica Melody Maker. A revista classificara o primeiro trabalho da dupla, gravado em 1992 no estúdio Duophonic, pertencente ao grupo Stereolab - na época, a dupla se chamava Darlin' e fazia um rock ao estilo Beach Boys - como "um bando de punks bobos" (em inglês, "a bunch of daft punk").
A gravação de estréia do Daft Punk com esse nome foi "The New Wave", lançado pela gravadora Soma Records em 1993. Este foi seguido pelo seu primeiro sucesso comercial, o single "Da Funk" (1995). O primeiro álbum da dupla, Homework (de 1997) foi considerado uma síntese inovadora de Techno, House Music, Acid House e Electro, e também um dos mais influentes álbuns de E-Music da década de 1990, ou seja, uma verdadeira Maionese da Música Eletrônica.
Em resultado da explosão de um sampler no homestudio, datada 9 de setembro de 1999, eles deixaram de existir, e se tornaram robôs. "Ninguém sabe realmente o que aconteceu", diz Bangalter. "Acho que houve uma grande explosão e a próxima coisa que percebemos é que viramos robôs. Acho que foi uma coisa legal pois nos permite fazer uma coisa que gostamos muito: atuar de forma anti-convencional. Não precisamos mostrar nossos rostos para serem estampados em uma capa de revista, ou para vendermos um monte de discos". Os trajes robóticos são usados até hoje em apresentações, assim evitando revelar sua verdadeira identidade.
O álbum Discovery, de 2001, é mais comercial, e desapontou alguns dos fãs de Homework. No entanto vendeu muito bem, e a faixa One More Time (lançada em 2000 e incluída em Discovery) chegou a nº2 nas paradas do Reino Unido, e marcou presença em Muitas Emissoras Musicais, como a MTV. Alguns disseram que Discovery devia, na verdade, ser entendido como um trabalho mais disco, devido a seu foco em House Music (One More Time é o maior exemplo disso). Pra quem não lembra, o Video Clip de On MOre Time é em animação, com um estilo Anime, uma banda formada de Homens Azuis, lembra?
A maioria dos fãs atuais do Daft Punk conhece o grupo a partir desse trabalho em Discovery, onde foi feito um acordo com o desenhista japonês Leiji Matsumoto (o mesmo do anime Patrulha Estelar) para bolar a grande profusão de imagens e aventuras que iriam "dar cara" ao hit, em forma de video clipe. Dessa associação entre o Daft Punk e Leiji Matsumoto surgiu o longa-metragem Interstella 5555: The 5tory of the 5ecret 5tar 5ystem, lançado em 2003, contendo todos os tão esperados clipes que continuam a história iniciada em One More Time.
Quatro anos após seu último trabalho, em 2005, o duo lançou Human After All, de onde surgiu o hit Technologic, trilha de propagandas da Apple e da Motorola.
Dirigido por Guy-Manuel e Thomas, o filme cult Daft Punk's Electroma estreou em Cannes em maio de 2006. Conta a história, sem nenhum diálogo e apenas com músicas, de dois robôs com o mesmo visual da dupla fazendo de tudo para se tornar humanos.
O Daft Punk se encontra em turnê pelo mundo, tocando seus maiores sucessos em uma super-produção cheia de efeitos de iluminação. O espetáculo passou, em 2006, por Portugal no Festival do Sudoeste, e pelo Brasil, no Tim Festival, onde se apresentaram no Rio de Janeiro e em São Paulo respectivamente.
Como é de costume, posto juntamente com a materia de música um música (óbvio), Around the World, um trabalho bacaninha que me agrada muito...
Daft Punk - Around The World